InícioSobreCorpo Clínico
Procedimentos
Ver todos os procedimentosAngioplastia com StentBypass VascularCirurgia de VarizesEndarterectomia CarotídeaFístula ArteriovenosaRevascularização CirúrgicaReparo de Aneurisma da Aorta AbdominalTrombectomia
Exames
Ver todos os examesDoppler Colorido do Fluxo Sanguíneo no BraçoDoppler Colorido de Vasos Cervicais BilateralDoppler Colorido das Artérias AbdominaisDoppler Colorido Arterial UnilateralDoppler Colorido da Veia CavaDoppler Colorido de Aorta e IlíacasDoppler Colorido de Artérias CervicaisDoppler Colorido das Artérias do PescoçoDoppler Colorido na Prevenção Vascular
Diagnósticos
Ver todos os diagnósticosAneurisma da Aorta AbdominalAteroscleroseDoença Arterial Periférica (DAP)Trombose Venosa ProfundaVarizes
ConvêniosBlogContato Agendar consulta
Agendar consulta
  1. Início
  2. Blog
  3. Varizes nas pernas: quando procurar um cirurgião vascular

Varizes nas pernas: quando procurar um cirurgião vascular

Peso nas pernas no fim do dia, inchaço no tornozelo e veias que aparecem cada vez mais. Saiba quando o quadro deixa de ser incômodo estético e passa a exigir avaliação especializada.

Varizes · Publicado em 12 de agosto de 2026 · Equipe Angioclínica

Varizes nas pernas: quando procurar um cirurgião vascular

Muita gente convive anos com varizes achando que é só uma questão de aparência. Em parte é: veias dilatadas e tortuosas incomodam esteticamente. Mas as varizes são a manifestação visível de um problema de circulação — a insuficiência venosa crônica — e essa condição progride quando não é acompanhada.

Por que as varizes aparecem

As veias das pernas levam o sangue de volta ao coração, trabalhando contra a gravidade. Para isso, contam com válvulas internas que impedem o refluxo. Quando essas válvulas falham, parte do sangue volta e se acumula, aumentando a pressão dentro da veia. Com o tempo, a parede vascular cede e a veia se dilata: é a variz.

Alguns fatores aumentam a chance de isso acontecer:

  • Histórico familiar de varizes ou insuficiência venosa
  • Gestações, sobretudo múltiplas
  • Passar longos períodos em pé ou sentado, sem movimentar as pernas
  • Sobrepeso e sedentarismo
  • Alterações hormonais e uso de anticoncepcionais
  • Idade mais avançada, pela perda natural de elasticidade das veias

Os sinais que pedem avaliação

Nem toda variz precisa de cirurgia, mas alguns sintomas indicam que a insuficiência venosa já está repercutindo na perna e merecem uma consulta:

  • Sensação de peso ou cansaço nas pernas, principalmente no fim do dia
  • Dor, queimação ou coceira no trajeto das veias
  • Inchaço no tornozelo que melhora ao elevar a perna
  • Cãibras noturnas frequentes
  • Manchas escuras ou endurecimento da pele na parte de baixo da perna
  • Ferida que não cicatriza perto do tornozelo (úlcera venosa)
  • Veia dolorida, endurecida e avermelhada, que pode indicar tromboflebite

Manchas escuras, endurecimento da pele e feridas são sinais de doença venosa avançada. Nesses casos, a avaliação não deve ser adiada.

Como o diagnóstico é feito

A consulta começa com o histórico e o exame físico das pernas, com o paciente em pé — posição em que as veias se enchem e o quadro fica mais evidente. O exame que confirma e detalha o diagnóstico é a ultrassonografia com Doppler colorido.

O Doppler mostra, em tempo real, quais veias apresentam refluxo, qual é a extensão do problema e se há trombos. É esse mapeamento que define a conduta: nem toda perna com varizes visíveis tem refluxo importante, e nem toda perna com poucas varizes está livre dele.

Quais são os tratamentos

A escolha depende do tipo de veia acometida, da extensão do refluxo e dos sintomas. As opções mais usadas são:

  • Medidas conservadoras. Meia de compressão elástica, atividade física regular, controle de peso e elevação das pernas. Aliviam sintomas e retardam a progressão, mas não eliminam a variz já formada.
  • Escleroterapia. Injeção de uma substância que provoca o fechamento de vasos finos e microvarizes.
  • Laser endovenoso e radiofrequência. Um cateter introduzido na veia gera calor e promove o fechamento do vaso, sem retirá-lo. Recuperação costuma ser mais rápida.
  • Cirurgia convencional (safenectomia e flebectomia). Retirada das veias doentes por pequenas incisões. Continua sendo uma opção sólida em casos selecionados.

Todas as técnicas têm indicações, vantagens e limitações. A definição é individual e depende do mapeamento feito no Doppler.

O que você pode fazer desde já

Independentemente do tratamento escolhido, alguns hábitos ajudam a controlar os sintomas: caminhar com regularidade, evitar longos períodos parado na mesma posição, elevar as pernas ao final do dia, manter o peso sob controle e usar a meia de compressão na graduação indicada pelo médico. Automedicação e meias compradas sem orientação podem não trazer benefício.

Este conteúdo não substitui a consulta

As informações acima têm caráter educativo. O diagnóstico e a conduta dependem de avaliação individual com um médico especialista. Se você tem sintomas ou fatores de risco, agende uma consulta na Angioclínica.

Dúvidas comuns

Perguntas frequentes

Toda variz precisa de cirurgia?

Não. Muitos casos são acompanhados com medidas clínicas e meia de compressão. A cirurgia é indicada quando há sintomas importantes, refluxo significativo no Doppler ou complicações como alterações de pele e úlcera.

Varizes podem voltar depois do tratamento?

A veia tratada não retorna, mas a predisposição à insuficiência venosa permanece. Novas veias podem se dilatar ao longo dos anos, sobretudo sem os cuidados de prevenção. Por isso o acompanhamento periódico é recomendado.

Meia de compressão resolve o problema?

Ela alivia sintomas, reduz o inchaço e ajuda a retardar a progressão da doença, mas não faz a variz já existente desaparecer. A graduação correta deve ser prescrita pelo médico.

Agendamento

Cuide da sua circulação agora

Agende sua consulta na Angioclínica e dê o primeiro passo para uma vida mais saudável e ativa. Atendimento em Uberlândia, no Centro Clínico UMC.